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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
detector de ligacões para telefone celular
Este circuito foi projetado para detectar quando uma ligação é recebida em um telefone celular, mesmo quando a campainha do aparelho está desligado. O dispositivo deve ser colocado a poucos centímetros do telefone celular, para que a sua bobina sensora L1 possa detectar o campo emitida pelo receptor de telefone durante uma chamada de entrada.
O sinal detectado pela bobina de sensor é amplificado por transístor
Q1 e enviada para o pino de entrada monoestável de IC1. A tensão de
saída do IC é dobrado por C2 e D2, a fim de acender o LED. Em Stand-by a corrente é menor do que 200μA, portanto, o ligar / desligar é desnecessária.
IC1 deve ser um tipo CMOS: apenas estes dispositivos podem funcionar com segurança com fonte de 1,5 V ou menos.
Qualquer díodo Schottky tipo barreira pode ser usado no lugar do 1N5819: o tipo BAT46 é uma escolha muito boa.
Lista de componentes
R1 100K Resistor 1/4W
R2 3K9 Resistor 1/4W
R3 1M Resistor 1/4W
C1,C2 Capacitor de poliéster 100nF 63V
C3 220μF 25V capacitor eletrolítico
D1 LED Red 10mm. Ultra-brilhante
D2 1N5819 40V 1A diodo Schottky-barreira (ver notas)
Q1 BC547 45V 100mA NPN Transistor
IC1 7555 ou TS555CN CMOS TIMER IC
Bobina L1 (ver notas)
B1 1.5V bateria (AA ou AAA celular etc)
sábado, 4 de fevereiro de 2012
FONTE DE 1A
Esta fonte de 1 A tem proteção contra sobrecarga, limitando a corrente
quando ela for maior do que 1 A na carga. A limitação é dada pelo
resistor de 0,6 R entre emissor e base do BC548.
Este resistor pode ser alterado para se programar outras correntes. A
tensão de saída, no caso 9 V, depende do zener que também pode ser
alterado. O BD135 deve ser montado num radiador de calor.
eliminador de pilhas
Este simples eliminador de pilhas sem transformador serve para
aplicações que façam uso de pilhas AA ou AAA e não tenham consumo maior
do que uns 20 mA. Com a troca do zener ele também pode servir de
eliminar para 3 V, 4,5 V e mesmo 9 V. O consumo máximo ainda será da
ordem de 20 mA. O capacitor de 470 nF deve ser de poliéster com uma
tensão de trabalho de pelo menos 200 V se a rede for de 110 V e pelo
menos 400 V se a rede for de 220 V. O zener é de 400 mW ou 1 W. Cuidado,
pois o circuito não é isolado da rede podendo causar choque se as
partes expostas forem tocadas.
domingo, 22 de janeiro de 2012
SISMOGRAFO SIMPLES
Este circuito faz com que um relé
seja ativado e trave quando uma vibração mais forte fizer com que o
sensor produza um pulso de tensão. Na condição de espera, o consumo é
extremamente baixo, o que possibilita sua alimentação por bateria. A
tensão deve ser uns 2 V maior do que a do relé para compensar a queda no SCR. Na figura temos detalhes da construção do relé. Na condição de espera, o arame não deve encostar na argola, mas deve ficar bem próximo dela.
ALARME DE PASSAGEM
O corte rápido da luz que incide no sensor, pela passagem de alguém, faz
com que seja gerado um pulso de disparo para o monoestável 555. Este
monoestável vai manter o relé fechado por um tempo ajustado em P2. Podemos ligar aos contatos do relé sirenes, dispositivos de aviso, luzes., etc. O relé é do tipo sensível de 20 mA. Para correntes maiores, deve ser usada uma etapa amplificadora (veja ART011).
O sensor é um LDR que deve ser montado num tubo para focalizar apenas a
fonte emissora de luz que pode ser um LED branco de alta potência ou
uma lâmpada comum. P1 faz o ajuste de sensibilidade ao disparo.
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